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"Itinerário do Sal" | Miso Ensemble

Itinerário do Sal é um espectáculo de nova opera que levou a expressão musical e artística de Portugal para o Mundo e agora do mundo para o Brasil também português pela 1ª vez.

Sendo a língua portuguesa a língua principal do espectáculo, sendo o espectáculo um ponto de encontro de várias línguas, onde se misturam as características sonoras do português de Portugal, o francês, o alemão e ainda algo que se assemelha ao japonês mas o não, Miguel Azguime irá no Brasil integrar também o português do Brasil.

APRESENTAÇÃO

Aliança entre criatividade, tecnologia e inovação nas artes performativas, forma singular de juntar a tradição e a contemporaneidade, o teatro, a música e a imagem.

Reconhecido por muitos como uma experiência artística indelével, repleta de humor, conduzida pelo virtuosismo da voz, pela subtileza da poesia, pela diversidade sonora, pela intensidade da música e pela qualidade unanimemente reconhecida da interpretação única de Miguel Azguime.

Um ?one man show? de qualidade artística e tecnológica superior onde o sonoro, o espaço cénico, o vídeo, as luzes e o movimento concorrem para um espectáculo que eleva a Arte ?made in Portugal? à excelência.

Uma aposta num espectáculo original com provas dadas por todo o mundo, que assenta na metáfora do Sal como elemento essencial à vida, à sustentabilidade e como ingrediente único que faz a diferença entre a insipidez e o sabor.

SINOPSE - A primeira parte, aborda a questão da ausência do autor enquanto desdobramento e deslocação da sua personalidade criadora e põe em cena a própria cena.

A segunda parte é dominada pela pesquisa do gesto da escrita interpretado como gesto instrumental e portanto musical. No fundo do gesto de escrever está o som da palavra. A palavra subordinada à vida. A palavra liberta da palavra.

A terceira parte dá corpo à palavra e dá-lhe imagem. A partitura do poema compõe o tempo. Quem se lembra do tempo? Mas é o tempo que se lembra de nós! O criação toma conta do criador e volta a questão da loucura... dos seus limites, da cegueira causada pelo excesso de lucidez, pelo excesso de Ver. É a cegueira do branco que queima, o branco do sal. Na luz, ninguém o vê!

No palco, o compositor e o poeta, juntos, num só, conduz-nos através do seu mundo interior, do seu itinerário pessoal a que chama de Sal - o mesmo Sal que representa a sua resistência, a sua vontade, a sua essência e a sua multiplicidade. O Sal (substância fundamental) que nos surge também como manifestação de conhecimento e de sabor; o itinerário que é decerto o do criador, mas que é também e simultaneamente a imagem e à imagem de tantos outros itinerários, caminhos, trocas, inspirações, demandas...

Local:
RIO DE JANEIRO e BELO HORIZONTE

Data de início:
27 de Julho de 2010

Data do fim:
23 de Julho de 2010

Ficha técnica:



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