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"O Libertino" de Luiz Pacheco | Teatro Extremo

A comemorar o Dia Mundial do Teatro e o 16º aniversário da companhia, o Teatro Extremo recebe na sua sala duas peças em Março e Abril para o público jovem/adulto: "O Libertino" de Luiz Pacheco, com encenação de António Olaio e interpretação de André Louro e "A Casa de Bernarda Alba" de Federico Garcia Lorca, pelo colectivo de teatro O Grito, com encenação de Anabela Neves. "O Libertino" de Luiz Pacheco ESTREIA M/16 anos 27 e 28 de Março às 21h30m entrada livre
Sinopse - Num país acanhado, de gente agredida no corpo e na alma, não há espaço para D.Juans ou Casanovas, apenas para um Libertino à escala do país, que se entretém a tentar seduzir lolitas e geninhas, expondo o quão ridículo era o Portugal puritano dos anos 60. Uma história marcada pelo riso, pela sátira, ironia e auto-ironia. "O Libertino" é um texto contra o conformismo e a alienação dos que escolhem a limitação do campo da consciência, ignoram as coisas que existem de facto, não ousam experimentar, dos que escolhem a eternidade olvidando-se que a morte é certa, escolhendo uma suposta dignidade e no entanto aceitam a humilhação dos piores compromissos.

| FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA |


Texto: Luiz Pacheco "O Libertino passeia por Braga, a idolátrica, o seu esplendor",? Encenação: António Olaio; Interpretação: André Louro; Cenário e figurinos: Maria Ribeiro; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Assistente de encenação: Anabela Felício; Fotografia: José Frade; Apoio: Colectivo de Teatro ?O Grupo?

"A Casa de Bernarda Alba" de Frederico Garcia Lorca
M/12 anos
1, 2 e 3 de Abril às 21h30m
?5,00

Sinopse - Depois da morte de seu marido, Bernarda Alba impõe às suas cinco filhas, como luto, uma longa e rigorosa reclusão. Trata-se de um exagero de um costume real, de uma tradição levada a extremos. Nesta situação extrema, os conflitos, as forças, as paixões engrandecem-se, desenvolvem-se até á exasperação. Catalisador das forças encerradas na casa, será a figura de Pepe Romano, noivo de Angústias, a filha mais velha, e objecto da paixão e desejo de Adela e Martírio, desencadeando-se, assim, uma disputa cruel e perigosa para conquistarem o amor desse homem com consequências trágicas.
É sob este contexto que Garcia Lorca nos transporta para um tema intemporal, onde a exigência dos padrões sociais falam sempre mais alto que a natureza humana, na sua face mais bondosa e nos catapultam para o sofrimento do quotidiano, aqui levado até ao limite.

| FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA |

Texto: Federico Garcia Lorca; Encenação: Anabela Neves; Produção: Pedro Bernardino, Susana Rodrigues; Elenco: Ana Califórnia, Ana Rodrigues, Carla Silva, Edna Rosa, Jeff Oliveira, Marta Valente, Pedro Bernardino, Rui Arcílio, Rúben Lima, Susana Rodrigues; Figuração especial: Glória Santos, Jane Vieccelli, Lúcia Carvalho, Xana Lourenço; Coro: José Borralho; Daniel Marina, Francisco Sargento, Joaquim Avó, Adelino Pinto, Luis Moisão; Ambientes Cénicos: Jorge Xavier; Figurinos: Anabela Neves, São ? Oficina dos Farrapos; Caracterização: Graça Neves; Sonoplastia e Operação de Som: Carlos João, Gonçalo Silva, Gonçalo França; Grafismo: Jorge Xavier, Carlos João; Fotografia: Sandra Ramos

Estrutura Financiada pelo Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes

Local:
Teatro Extremo | Rua Serpa Pinto, nº16, Almada

Data de início:
27 de Março de 2010

Data do fim:
28 de Março de 2010

Ficha técnica:



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