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Fazer a Festa - Festival Internacional de Teatro

"Serafim e Malacueco" " ESTACA ZERO TEATRO " PORTO
dia 25 Abril, sábado - 15.30h
classificação etária M/4 duração 45 minutos
Jardins da Quinta da Caverneira
Serafim e Malacueco são dois vagabundos que vão embarcar numa emocionante viagem com o Pirata da Perna e Pau por mares nunca dantes navegados, até à ilha deserta do Rei Escama. Por entre trapalhices, azares e desventuras, SERAFIM e MALACUECO vão descobrir o verdadeiro sentido da vida.
A partir do texto dramatúrgico de 'Serafim e Malacueco na Corte do Rei Escama' de ANTÓNIO TORRADO, a adaptação do ESTACA ZERO TEATRO não distingue o palco da plateia, antes, os actores e os espectadores partilham o mesmo espaço.
Procura-se assim uma relação directa com o espectador em que este tem um papel dinâmico tornando-se parte integrante do espectáculo, numa experiência lúdica e pedagógica, baseada na interactividade, onde as crianças participam na história, sendo também elas actores e actrizes no espaço cénico.
SERAFIM e MALACUECO, ora Pirata da Perna de Pau, ora Rei das Escamas, recriam uma viagem mágica, transportando o espectador para um mundo imaginário de fantasia, tendo como base as tradicionais brincadeiras de criança do faz de conta, como jogo dramático elementar.
[ texto ANTÓNIO TORRADO encenação ESTACA ZERO TEATRO (criação colectiva) cenografia EMANUEL DE SOUSA musica CARLA SOFIA SOUSA execução dispositivo cénico JOSÉ ALCINO SOUSA interpretação DANIELA GONÇALVES, JAIME PACHECO, RUI GOMES e SARA FERNANDES ]

"Mãos Grandes" " TEATRO REGIONAL DA SERRA DE MONTEMURO
dia 25 Abril, sábado - 16.30h
classificação etária M/4 duração 55 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
Eis que chega o primeiro dia de férias de Paulo e Queta. Dois irmãos que vivem numa pequena aldeia da Beira Alta. Paulo procura no primeiro dia de férias a aventura e o perigo. O segredo obscuro do velhote que vive no cume da aldeia tem de ser descoberto. Existe no fundo da aldeia um casebre velho que se encontra durante todo o dia fechado e à noite, da janela do quarto das crianças, vê - se luz e o fumo a sair da chaminé, durante muito tempo. Lá vive uma figura envelhecida, pouco sorridente, rude e com umas mãos grandes que pareciam gastas com o tempo, de quem era capaz de cometer algum crime.
Esta é a história de um padeiro, um padeiro que conta a estas e a todas as crianças que visita a história do pão desde a antiguidade, desde os egípcios, desde o grão, desde há muito, muito tempo. Conta a sua história, como aprendeu a fazer pão, como a sua mãe o ensinou.
[ texto THÉRÈSE COLLINS encenação STEVE JOHNSTONE direcção musical e sonoplastia SIMON FRASER cenografia e figurinos MARIA JOÃO CASTELO E ANA LIMPINHO interpretação PAULO DUARTE E DANIELA VIEITAS ]

"Animais Nocturnos" " RENATA PORTAS " PORTO
[Estreia]
dia 25 Abril a 02 de Maio - 21.35h
classificação etária M/12 duração 90 minutos
Tenda de Café-Teatro da Quinta da Caverneira Dois casais. Um segredo.
Animais Nocturnos propõe uma viagem aos limites da alma humana, e o valor da amizade .
Insones na noite, à deriva, como não se perder?
«Em "Animais Nocturnos", um homem utiliza a lei da emigração para dominar outro. A lei da emigração é a lei mais importante, é a verdadeira constituição, porque divide a sociedade em dois, os legais e os ilegais; e os ilegais estão à mercê dos legais. Pus a hipótese de que um homem legal se servisse desta diferença para transformar outro em escravo, para lhe completar os desejos. Não lhe pede que trabalhe para ele, mas sim coisas como: " Agora dá um passeio comigo, vais ser o amigo que eu nunca tive."A lei da emigração é uma lei perversa que coroa uma sociedade perversa: tratamos assim os estrangeiros porque tratamos os outros assim. Mostra que os direitos humanos são uma ficção, uma fantasia. Só existem os direitos da cidadania, associados a passaportes, a documentos. Mas aceitar isto é gravíssimo, porque me põe também a mim em perigo. Aceitar a lei supõe que o estado pode a dado momento declarar-nos a nós invisíveis e ilegais.»
Juan Mayorga em entrevista publicada na Revista "Artistas Unidos"
[ texto JUAN MAYORGA tradução ANTÓNIO GONÇALVES encenação RENATA PORTAS direcção musical e composição JOAQUIM PAVÃO músico VÍTOR MONTEIRO desenho de luz NUNO TOMÁS voz-off CATARINA LACERDA, RODRIGO MALVAR interpretação JOSÉ FERRAZ, SUSANA MADEIRA, TIAGO BARBOSA, RENATA PORTAS ]

"Mamulengo do João Redondo" " TEATRO DE FORMAS ANIMADAS " VILA DO CONDE
dia 26 Abril, domingo - 15.30h
classificação etária M/4 duração 50 minutos
Jardins da Quinta da Caverneira
Este espectáculo baseia-se numa forma teatral popular, cuja estrutura assenta nos bonecos tradicionais conhecidos como "Robertos", em Portugal, e "Mamulengos" no Brasil. Estas figuras animavam outrora as festas e feiras, e tanto agradavam a adultos como crianças. Como espectáculo, possibilita um contacto imediato e espontâneo com o seu público, sendo capaz de comunicar de forma ideal junto das diferentes faixas etárias e dos grupos sociais. Contém personagens de identificação popular, oriundas do imaginário social, como o malandro João Redondo, o herói Benedito, o Diabo, a Cobra, a Morte, o Polícia e mais um leque de outras simpáticas (e não tão simpáticas) criaturas. É apresentado numa barraquinha colorida, e as suas histórias são baseadas no quotidiano envolvente, caricaturando tipos e situações do dia-a-dia.
Em Portugal, este teatro fez a sua estreia no Festival Internacional de Marionetas do Porto, em 1992, e é apresentado, desde então, com sucessivas adaptações e remontagens [ criação teatral, interpretação e manipulação MARCELO LAFONTANA ]

"LOL POP" " TEATRO DAS BEIRAS " COVILHÃ
dia 26 Abril, domingo - 16.30h
classificação etária M/4 duração 45 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
LOL.POP?
Faz login e entra na açucarada imaginação de três amigos. Num dia-a-dia recheado de desafios, peripécias e obstáculos.
Nesta era da informação, com pais ocupados e filhos que preenchem os tempos livres com a televisão, a internet e os jogos, que espaço resta à criança para se desenvolver como ser verdadeiramente humano, íntegro e único, provido de personalidade, gostos e valores próprios?
Um espectáculo que visa a exposição do mundo actual das crianças, dos estímulos por nós enviados, com a procura incessante do novo e a distanciação das relações humanas. Temos por objectivo possibilitar um outro olhar sobre o que os rodeia, de forma a tornarem-se únicos, a lutar e a construir um mundo melhor.
[ texto CRIAÇÃO COLECTIVA encenação SÓNIA BOTELHO cenografia FERNANDO LANDEIRA luz e sonoplastia VASCO MÓSA interpretação JOÃO VENTURA, RUI RAPOSO E TERESA BAGUINHO ]

"Testa de Ferro" " MAD"09 " 1ª Mostra Anual de Dramaturgia
dia 27 Abril, segunda-feira - 19.00h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
[ de JORGE PALINHOS direcção VALDEMAR SANTOS interpretação AFONSO SANTOS, FLÁVIO HAMILTON, SARA PEREIRA ]

"História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar" "TEATRO ART'IMAGEM " PORTO
dia 28 e 29 Abril - 10h00h e 14.30h
classificação etária M/4 duração 80 minutos
Grande Auditório do Fórum da Maia
Uma gaivota, vítima da poluição de uma maré negra, confia o seu pequeno ovo a um gato chamado Zorbas, pedindo-lhe para cumprir três promessas: não comer o ovo; cuidar dele até nascer a gaivotinha; e, por fim, ensiná-la a voar. Zorbas pede então ajuda a três amigos (Colonello, Sabetudo e Barlavento) para tentar levar a cabo a estranha missão de cuidar da gaivotinha. Depois de passarem por muitos perigos para cumprirem as duas primeiras promessas, eles têm que recorrer a alguém muito especial para os ajudar a cumprir a terceira (ensiná-la a voar !) mas, para isso, têm que quebrar o tabu dos gatos...
[ texto LUÍS SEPULVEDA encenação PEDRO CARVALHO e VALDEMAR SANTOS música original e sonoplastia CARLOS ADOLFO
desenho de luz ORDEP LEUNAM interpretação e manipulação FLÁVIO HAMILTON, PEDRO CARVALHO, VALDEMAR SANTOS, TERESA ALPENDURADA ]

"A Irrisão das Flores" " MAD"09 " 1ª Mostra Anual de Dramaturgia
dia 28 Abril, terça-feira - 19.00h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
[ de RUI PINA COELHO direcção SILVIA CORREIA interpretação ANA SOEIRO, AUGUSTO MOREIRA, HÉLIA MARTINS, JOSÉ CARLOS AZEVEDO, MANUEL SANTOS, PEDRO PAIVA, SANDRA PEREIRA, SOFIA PRÍNCIPE ]

"Ida e Volta" " MAD"09 " 1ª Mostra Anual de Dramaturgia
dia 29 Abril, quarta-feira - 19.00h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
[ de TIAGO RODRIGUES direcção RICARDO CORREIA interpretação MARTA NUNES ]

"El Final es donde parti" " TEATRO VENTUS " SANTIAGO, CHILE
dia 29 Abril, quarta-feira - 21.30h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
Alicia, uma jovem devastada pela sua dependência da heroína, numa noite de Inverno, quando soube de uma notícia que poderá mudar a sua vida e num estado atípico de abstinência, em sua casa, procura desesperadamente consumir mais uma dose que ponha termo à confusão que invade a sua cabeça.
Diego, um pintor desconhecido, noivo de Alicia e ex-toxicodepente; não pode com o peso da triste realidade da sua amada, a sua relação está em decadência lenta e é por esta razão que a decide internar.
Neste angustiado e desolado cenário, o par recebe uma inesperada visita. Esteban, "um velho amigo", que consumido pela droga vem culpá-los pela sua vida miserável... mas há algo mais, cada palavra e acção de Esteban, deixa antever um terrível segredo, tudo o que faz e diz contém um oculto e obscuro sentido que vem destruir a vida destes três amigos.
[ texto, música e direcção JULIO VARFAS G. luz ALEXANDRA PÉREZ interpretação SEBASTIAN MELLADO, ANA GONZALEZ, SEBÁSTIAN PRADO ]

"XaTa " Projecto de Poesia Teatral" " TENDA DE SAIAS " PORTO
dia 29 Abril, quarta-feira - 23.30h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Tenda de Café-Teatro da Quinta da Caverneira
Este projecto de poesia teatral parte de um reportório que inclui grandes nomes da poesia portuguesa. Xata pretende mostrar que a poesia não é chata, através de uma mostra poética intensa e com sentido de humor, levada a cabo em espaços de café-concerto e outros espaços não convencionais.
Este projecto é um work in progress, vai estar sempre em alteração. Apresenta-se textos que vão desde a poesia clássica à poesia popular, prosa-poética, poesia infantil, trava-línguas, almanaque do Porto, entre outros poemas e textos.
[ criação e interpretação TÂNIA DINIS E XANA MIRANDA ]

"Uma Carta a Cassandra" " MAD"09 " 1ª Mostra Anual de Dramaturgia
dia 30 Abril, quinta-feira - 19.00h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
[ de PEDRO EIRAS direcção ARMANDO PINTO interpretação MIGUEL RAMOS, TERESA CHAVES ]

"Más de Mil Jueves" " ASSEMBLEA TEATRO " TURIM, ITÁLIA
dia 30 Abril, quinta-feira - 21.30h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
"Eu gostava de bailar e sonhar. Amava o meu marido, adorava a minha filha. Também amava muito este país". Com estas palavras, no interior duma sala, de uma casa qualquer, a actriz abre o espectáculo.
Interpretar uma das Mães de Maio não é fácil. É demasiado cruel o drama destas mulheres que viram ser-lhes arrancados do seu lado os filhos que nunca mais voltaram. Não deixaram um rasto, um sinal, um túmulo para chorar. Está demasiado vivo aquele drama que atinge não apenas aquelas mulheres, não apenas um país, mas toda a consciência do mundo civil, que não pode fingir que se tratou apenas de uma história de loucura comum. São demasiadas as implicações que atam de pés e mãos Instituições, Governos e a Igreja Católica como responsáveis.
Tudo isto e muito mais é "Màs de Mil Jueves". E foi com este "isto" que trabalharam Massimo Carlotto, Gisella Bein, Renzo Sicco y Lino Spadaro para pôr em cena este espectáculo.
Foram acompanhados pela convicção de que a história das Mães da Praça de Maio é uma ferida aberta ainda hoje, que é impossível não ter em devida consideração e respeito quem dedicou toda uma vida em busca da verdade e da justiça. Nesta base e sustentados por um texto valente e poético, eles realizaram um espectáculo de grande emoção.
A história é a de Uma das Mães, mas é emblemática do drama que todas as mulheres da Praça de Maio decidiram partilhar, porque cada uma delas é mãe de todos os desaparecidos, esta comovente atitude foi a sua grande força nos anos escuros da ditadura Argentina.
[ texto (adaptação) MÁSSIMO CARLOTTO direcção RENZO SICCO música SILVANA DI LORENZO Y LOS NOCTURNOS, GABRIEL FAURÉ, ALICE, MATCHING MOLE interpretação ANAPAOLA BARDELONI ]

"Trinspira" " ERVA DANINHA " PORTO
dia 30 Abril, quinta-feira - 23.30h
classificação etária M/12 duração 35 minutos
Tenda de Café-Teatro da Quinta da Caverneira
Trinspira, uma inspiração nascida de um corpo + três objectos + um ramo. A relação de equilíbrio entre o plástico duro e a fragilidade de um ramo, o branco das massas e o castanho da madeira. A triangularidade dos elementos e das dimensões: o homem, a madeira e o plástico; o plano material, orgânico e o sagrado. Uma viagem de voos e quedas, de camadas que se despem.
Este espectáculo nasce do cruzamento das linguagens performativas e circenses, um solo de Novo Circo pelo malabarismo experimental com especial incidência nos equilíbrios. A organicidade versus a rigidez, a natureza versus a construção.
O acompanhamento musical ao vivo de uma guitarra desconsertada e de uma precursão metódica completam este ambiente de crepúsculo.
Uma inspiração que transpira emoção.
[ música original BALTAZAR MOLINA design de Luz ROMEU GUIMARÃES figurinos JOANA MACHADO criação, interpretação e manipulação VASCO GOMES ]

"O Capuchinho, a Avozinha, o Lobo Mau e talvez o Caçador"" TEATRO ART'IMAGEM "PORTO
dia 01 Maio, sexta-feira - 15.30h
classificação etária M/4 duração 45 minutos
Jardins da Quinta da Caverneira
De uma divertida historia de um conto transgeracional adaptada a partir da versão dos Irmãos Grimm. O Capuchinho Vermelho é assim representado por quatro actores numa criação muito livre, que valoriza essencialmente a plástica, o improviso e a interacção com o público...
[ concepção e direcção PEDRO CARVALHO realização plástica SANDRA NEVES interpretação ANABELA NÓBREGA, CARLOS ADOLFO, MICAELA BARBOSA, PEDRO CARVALHO ]

"A Minha Mulher" " MAD"09" 1ª Mostra Anual de Dramaturgia
dia 01 Maio, sexta-feira - 19.00h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
[ de JOSÉ MARIA VIEIRA MENDES direcção FERNANDO MOREIRA interpretação FÁBIO SOUSA, FLÁVIO HAMILTON, SARA REIS, TERESA ALPENDURADA, VALDEMAR SANTOS ]

"Memórias de Branca Dias" " CRENDREV - Centro Dramático de Évora " ÉVORA
dia 01 Maio, sexta-feira - 21.30h
classificação etária M/12 anos duração 75 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
"Memórias de Branca Dias" é um monólogo, onde Branca Dias retracta o povo português no Novo Mundo (Pernambuco/Brasil) no século XVI. Branca Dias é uma mulher universal, uma matriarca, "a mãe de todos nós". Síntese de misturas culturais, revela-se uma personagem sábia, possuindo uma simbiose das culturas judaica, cristã, portuguesa e brasílica.
Uma acção inicial - pôr a mesa para a refeição de sábado - é interrompida pelas memórias que irão suceder-se como flashes, obedecendo não a uma lógica cronológica, mas sim a uma lógica emocional e afectiva.
Assim, Branca Dias transfigura-se, não só nas diferentes personagens com quem imaginariamente contracena, como se transfigura em si mesma.
Pensamentos, emoções e sensações remetem Branca Dias para o passado " por exemplo, a agua que escorre pelo seu peito acorda-lhe a memória do corpo quando foi amada pela primeira vez, as roupas que arruma na arca despertam-lhe a memória da cama em que morreu o seu marido"
"viver é sofrer, e rezar para não sofrer mais, e de vez em quando sai-nos uma grande alegria, é a felicidade". - Branca Dias
[ autor MIGUEL REAL adaptação dramaturgia e encenação FILOMENA OLIVEIRA musica original DAVID MARTINS interpretação ROSÁRIO GONZAGA ]

"Invasão" " ENTRETANTO TEATRO " VALONGO
dia 01 Maio, sexta-feira - 23.30h
classificação etária M/12 duração 50 minutos
Tenda de Café-Teatro da Quinta da Caverneira
"As pessoas fazem a História, mas raramente se dão conta do que estão a fazer" (Christopher Lee). Vestir-se de Napoleão, D. João VI, D. Maria I, D. Carlota Joaquina, Sr. Amável Tripeiro, Índio Comelambe, Feijão Escurinho, Soldado Chumbinho, Piolho de Cabeça Real e muitos outros é o sonho de um professor lunático para a sua última aula de História"
Revolucionários franceses tomam a Bastilha...
Napoleão coroa-se a ele próprio Imperador da França...
Napoleão invade Portugal...
A corte portuguesa "foge" para o Brasil...
A Ponte das Barcas não suporta o peso do pânico...
Guerras territoriais, jogos políticos, lutas de poder... intrigas passadas vividas no presente, na imaginação de um professor apaixonado pela sua profissão...
[ criação, dramaturgia, encenação e interpretação JÚNIOR SAMPAIO cenografia VITOR SOTTO MAYOR luz HELDER SIMÕES som CARLOS ARAÚJO adereços e figurinos JÚLIO WATERLAND ]

"Marionetas na Quinta" "INSTITUTO SUPERIOR JEAN PIAGET "VN GAIA
dia 02 Maio, sábado - 15.30h
classificação etária M/4 duração 60 minutos
Jardins da Quinta da Caverneira
Realizadas no âmbito da disciplina de "Ateliers", estes objectos dramáticos foram pensados num sentido de intervenção de rua. Cada educadora construi uma marioneta independente e autónoma que actua no seu próprio cenário com a sua voz própria que independente da sua manipuladora cobra vida, para pouco e pouco, passo a passo se ir libertando dos fios condutores...
As intervenções das alunas são breves, curtas intervenções artísticas, uma canção ou um poema, um breve contacto com o público e parte-se para uma outra esquina.
[ direcção ROBERTO MERINO ]

"Candim""CIA CASA AMARELA " S.PAULO, BRASIL
dia 02 Maio, sábado - 21.30h
classificação etária M/4 duração 55 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
CANDIM, um retracto teatral do pintor brasileiro Cândido Portinari, fecha a trilogia dos pintores que a companhia iniciou em 1999 com o holandês Van Gogh, em VINCENT � POR UM TOQUE DE AMARELO e em 2001 com MARC E BELLA NUM SONHO AZUL sobre o pintor russo Marc Chagall.
Depois do amarelo-liberdade de Van Gogh e do azul-sonho de Marc Chagall, a companhia chega ao vermelho-terra, povo, brasilidade de Portinari.
Candim é o menino simples, sonhador, de pés descalços e calças curtas que vive intensamente suas aventuras em sua cidade natal: Brodósqui.
Ao mesmo tempo, Candim é o pintor consagrado, premiado, homenageado e que recorda seus tempos de menino do interior com emoção e lucidez.
Ambos permanecem com um desafio: o Espantalho.
O menino Candim morre de medo daquela figura enigmática, que dança ao seu redor nos pesadelos que tem quando dorme.
O homem Candim busca a forma de vencer esse medo retratando em seus quadros aquela figura que, segundo o próprio pintor é o seu auto-retrato.
É a menina Janelise, uma simples criança de rua, que vem buscar Candim " em suas lembranças " para ajudar a vencer o medo. Medo que todos nós temos de alguma coisa, de um sentimento, do passado, do futuro... Todos têm que enfrentar esse desafio: vencer o medo!
[ texto, direcção, cenário e sonoplastia CARLINHOS RODRIGUES E DRIKA VIEIRA musica ANTONIO DO, GALEGO, NELSINHO COSTA E FÁBIO AUGUSTO ]

"Começo de um dia de Verão muito bonito" " MAU ARTISTA/ TENDA DE SAIAS/ PRIMEIRO ANDAR " PORTO
dia 02 Maio, sábado - 23.30h
classificação etária M/12 duração 60 minutos
Tenda Café-Teatro no Palácio de Cristal
"Começo de um dia de Verão muito Bonito" ou..." só isto" ou... ou... porque poderia colocar todos os títulos de histórias que usámos e abusámos para criar este espectáculo, inspirado, influenciado ou "in" qualquer coisa de Daniil Harms ou Haerms.
À entrada do espectáculo vemos uma actriz que caminha em direcção ao público para os convidar para assistir ao espectáculo, mas que não o consegue fazer porque a sua cabeça vagueia de um pensamento para outro. Não seria visível a ninguém, não fosse a actriz uma pensadora em voz alta. Mas finalmente o público entra na zona das histórias onde a Contadora de Histórias vai saltar de uma história para outra de forma fluída, apoiada por dispositivos técnicos como o vídeo na tela e vídeo na televisão.
Um espectáculo de enorme honestidade com humor e interacção com o público, um espectáculo de comunicação, ou... ou... ou... ou...
[ texto (obra original) CRÓNICAS DA RAZÃO LOUCA DE DANIIL HARMS encenação NUNO PRETO assistência de encenação e direcção de movimento INÊS MARIANA MOITAS interpretação TÂNIA DINIS ]

"Puppetologia" " MARIONETAS DA FEIRA " STA MARIA DA FEIRA
dia 3 Maio, domingo- 15.30h
classificação etária M/4 duração 50 minutos
Jardins da Quinta da Caverneira
Premiado como o melhor espectáculo de rua da 3ª edição do Festival de Animação de Rua da Póvoa de Varzim, Puppetologia não é só um espectáculo com solos de um marionetista, mas também de um jogo incansável de público e actor. É um espectáculo de teatro de marionetas que viaja através da música popular, samba, capoeira, jazz e outras sonoridades que compõem uma apresentação para toda a família.
[ original, encenação, construção de marionetas, estrutura cénica e manipulação RUI SOUSA ]

"Ice Box" " BALLETEATRO ESCOLA PROFISSIONAL " PORTO
dia 3 Maio, domingo - 16.30h
classificação etária M/4 duração 10 minutos
Jardins da Quinta da Caverneira
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há. Estou farta de conversas, farta de compressões, farta de conveniências de serviço. [ a partir do texto de MIGUEL ESTEVES CARDOSO �O Elogio do Amor� concepção, interpretação JOANA CRUZ (aluna do 2º ano de teatro) ]

"Soltando os Cachorros" " CIA FATO DE TEATRO " S.PAULO, BRASIL
dia 3 Maio, domingo - 21h30h
classificação etária M/16 duração 60 minutos
Auditório da Quinta da Caverneira
Este espectáculo pretende, de maneira lírica e divertida, resgatar, sob formato de recital clássico, a alma e a verve destas três grandes escritoras brasileiras do século XX. Mulheres que atravessaram os anos de chumbo e de flores psicodélicas ingerindo pedra e regurgitando poesia. Poemas, crónicas, aforismos, diálogos e pensamentos formam a lava deste espectáculo que contará em cena com duas actrizes e uma violoncelista. A ideia é entrelaçar as três autoras em textos que vão do desbocado ao sublime e que tratam de amor, sexo, política, separação, pátria, nascimento e morte. A presença da violoncelista serve para pontuar a cena, dialogar com as actrizes que, ora contracenam entre si, ora com o público, estreitando laços, estabelecendo cumplicidades.
Hilda Hilst, Cassandra Rios e Marisa Raja Gabaglia, a uni-las o facto de serem mulheres malditas e de terem morrido todas nos verdes anos deste século. Cassandra em 2002, Marisa em 2003, Hilda em 2004.
E porquê malditas? Porque deram asas à imaginação, soltaram os cachorros e quiseram cantar de galo num terreiro onde deviam contentar-se em ser apenas fêmeas. Não à toa, um dos livros que reúne crónicas de Marisa chama-se "Milho p'ra galinha, Mariquinha".
Cassandra foi a vida inteira perseguida pela própria máscara. A auto-censura a que ela se infligia impedia a própria mãe de ler os seus livros.
Hilda foi conotada de pornográfica e vendida quando enveredou por tintas mais pornográficas em livros "O Caderno Rosa de Lóri Lamb" e "A Obscena Senhora D." Logo ela que defendia a ideia de que o sexo sem amor não faz o menor sentido, é mera coreografia e repetição de gestos.
Marisa sentiu na pele o preconceito ao viver um romance com o cirurgião plástico Hosmany Ramos, preso e condenado seis meses depois por assassinato, roubo e tráfico de drogas. Da experiência, ela escreveria o livro "Meu Amor Bandido".
Enfim, três mulheres altas, arianas e necessárias ao palmilhar o caminho árido da literatura.
[ textos HILDA HILST, MARISA RAJA GABAGLIA E CASSANDRA RIOS direcção ÂNGELA BARROS figurinos CÁSSIO BRASIL cenários VERA OLIVEIRA desenho de luz DOMINGOS QUINTILIANO sonoplastia DANIEL MAIA interpretação LAVÍNIA PANNUNZIO, LETÍCIA TEIXEIRA E RACHEL RIÁNI ]

ACTIVIDADES PARALELAS

"Photo Theatro" - TEATRO ART'IMAGEM " PORTO
dia 25 Abril a 3 de Maio no horário do Festival
Jardins da Quinta da Caverneira
Espaço ocupado por uma dezena de figuras teatrais onde os espectadores do Fazer a Festa poderão fotografar-se como se fossem personagens teatrais. Por um dia poderá ser Arlequim, Columbina, Pierrot ou mesmo Gil Vicente ou Shackspeare. Basta colocar a sua cara num pequeno orifício e logo parecerá a figura que escolheu!... Não se esqueça de trazer máquina fotográfica ou o seu telemóvel e tirar fotografias.
[ de uma ideia de JOSÉ LEITÃO concepção, desenho e pintura LUÍSA ALVES construção JOSÉ LOPES ]

"Instalações Artísticas na Quinta" - ESAP - Escola Superior Artística do Porto

CURSO DE ARTES PLÁSTICAS E INTERMÉDIA

dia 25 Abril a 3 de Maio no horário do Festival
Jardins da Quinta da Caverneira
Objectos de arte ocuparão os socalcos dos jardins da Quinta da Caverneira, embelezando esta aldeia teatral.
[ ideia e concepção JOÃO AIRES, JORGE ARAÚJO ]

Local:
Vários locais | Quinta da Caverneira Maia

Data de início:
25 de Abril de 2009

Data do fim:
03 de Maio de 2009

Ficha técnica:



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