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"Os antílopes" de Henning Mankell

A Companhia de Teatro de Almada estreia na próxima quinta-feira, 30 de Outubro, a peça Os antílopes, do autor sueco Henning Mankell, com encenação de Solveig Nordlund, cenário e figurinos de Ana Paula Rocha, luz de Acácio de Almeida, e interpretação de Isabel Muñoz Cardoso, José Airosa e Rogério Vieira.
A peça estará em cena na Sala Experimental do TMA até 30 de Novembro, de Quarta a Sábado às 21h30 e Domingos às 16h00.
Os antílopes
Um casal de cooperantes humanitários na crise dos quarenta. Ele tinha a missão de construir 400 poços munidos de bombas: 14 anos depois apenas quatro funcionam. Para estes dois é a sua última noite em África. Esperam o seu sucessor, outro sueco que não há meio de chegar. Neste texto louco, África invade o espaço e as mentes. São os brancos quem tem pesadelos: um trio que dança à beira do grotesco, cómico até às lágrimas.
Jean-Pierre Vincent
As personagens principais desta história são os negros. Mas a esses não os vemos. Não vim para África por motivos românticos. Aqui não há nada de paradisíaco � bem pelo contrário. Mas desde a infância sabia que um dia havia de vir para cá. Presentemente tenho uma torre de observação na Europa e outra em África. Isso permite-me observar o Mundo mais claramente, sobretudo a Europa. Fico colérico quando oiço a forma como se fala de África. Sabemos tudo acerca de como os africanos morrem, e nada sobre a forma como eles vivem! Chegou a altura de África invadir a Europa com as suas histórias, tal como fez a América latina nos anos sessenta. O Ocidente apenas se preocupa com o futuro. Com o que acontece, com o que aí virá. Inclinamo-nos para a frente, e assim perdemos a ligação com a História. Aquilo que vi em África é a Europa. África faz de mim um europeu melhor. Henning Mankell
O autor Henning Mankell
Henning Mankell, escritor e argumentista, nasceu em 1948, numa pequena cidade do nordeste da Suécia. Casado com a filha de Ingmar Bergman, Mankell foi durante muito tempo dramaturgo e encenador. O seu primeiro romance foi publicado em 1973, mas foi com a obra Assassino sem rosto que Mankell se tornou conhecido em todo o Mundo, tendo-se seguido outros romances policiais (publicados em Portugal pela Editorial Presença) em que o protagonista é o oficial da Polícia de Ystad, Kurt Wallander. Publicou ainda Comédia infantil (Edições Asa), que Solveig Nordlund adaptou ao cinema, e vários livros infantis, sendo um autor frequentemente premiado.
Desde há muito tempo que Mankell divide o seu tempo entre a Suécia e Moçambique, onde trabalha como Director do Teatro Avenida, para o qual escreve e encena. Paralelamente continua ligado à Suécia, onde criou a sua própria casa de edição: a LEOPARD, cujos lucros das vendas dos seus romances policiais utiliza para publicar autores africanos. Fundou ainda um atelier de escrita (o Memory Books) para que pessoas infectadas com o vírus da SIDA possam deixar aos seus filhos um testemunho das suas vidas.

Local:
Sala Experimental do TMA

Data de início:
30 de Outubro de 2008

Data do fim:
30 de Novembro de 2008

Ficha técnica:



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