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O Teatro da Terra propõe "Ninguém se ouve, ninguém se vê" até 23 de junho em Ponte de Sor

"Ninguém se ouve, ninguém se vê" é apresentado no Cine-Teatro de Ponte de Sor até 23 de junho, de quinta-feira a sábado às 21h30 e domingos às 17h00.

SINOPSE
Pelo Teatro da Terra

Tchekhov escreve "A Gaivota" numa Rússia onde as classes dominantes se encontram falidas, deprimidas, sem futuro. Do outro lado do lago ouvem-se os cânticos de uma revolução social, que se anuncia. Uma burguesia depressiva que vive das aparências e, por fastio, mata gaivotas que nem para comer servem.

Treplev é filho de uma atriz famosa e fracassa enquanto novo dramaturgo, original e incompreendido, quando apresenta a sua peça à elite cultural, mas também ao enamorar-se por Nina, uma jovem atriz, que por sua vez se apaixona por Trigorin, escritor clássico e reconhecido, namorado de Arkadina, mãe de Treplev, representante de um Teatro ultrapassado, mas que sobrevive com sucesso.

NINA - Estou só. E uma vez apenas, de cem em cem anos, abro a minha boca para falar, e a minha voz ressoa melancólica neste lugar ermo e desolado, e ninguém a ouve...

A trama tecida de metáforas de oposição entre o sucesso e o fracasso, o novo e o estabelecido, entre a vida pacata da província e o vício artificial da cidade, são os motes para uma reação à apatia generalizada e ao classicismo ultrapassado de um teatro russo inebriado num sucesso decadente. Os amores impossíveis introduzem os conflitos dos personagens criando uma visão da sociedade pouco preparada para os males existencialistas.

SORIN - Não podemos passar sem o teatro.
TREPLEV - Mas são precisas novas formas. Temos de as conseguir. Se não arranjarmos formas novas, então o melhor é não termos nada....

Uma atmosfera de vazio, o ar abafado, ansioso, silencioso, ambiente onde se faz notar a inércia. Maria João Luís cria de um fôlego e com o rigor de um relógio: "Ninguém se ouve, ninguém se vê" proposta com música original contemporânea de José Peixoto, questionando agora a utilidade de um sistema capitalista/materialista dominante, à procura da liberdade poética, num voo rasante a uma sociedade aprisionada.

NINA - Mereço que me matem...estou tão cansada! Se eu pudesse descansar um pouco...descansar! Sou uma gaivota...não, não é isto. Sou uma atriz. Pois é...

A singularidade e a influência de um texto como "A Gaivota" de Anton Tchekhov, catalisa o desejo de criar um espetáculo hoje, que de alguma forma prossiga o mesmo caminho de liberdade e renovação artística.

LOCAIS, DATAS E HORÁRIOS DE APRESENTAÇÃO

8 a 23 de junho de 2013
Cine-Teatro de Ponte de Sor
quinta-feira a sábado às 21h30 e domingos às 17
Avenida Manuel Pires Filipe
7400-223 Ponte de Sor

BILHETEIRA

Informações e reservas: 242 292 073 ou 967 710 598

IMAGENS

Fotografias / créditos: Pedro Domingos

CONTACTOS

E-mail: teatrodaterra@gmail.com
Website: http://www.teatrodaterra.pt.vu










Local:
Cine-Teatro de Ponte de Sor

Data de início:
17 de Junho de 2013

Data do fim:
17 de Junho de 2013

Ficha técnica:



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