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FELIZMENTE HÁ LUAR - TEP

FELIZMENTE HÁ LUAR - É já a partir de hoje, dia 28 de Janeiro, pelas 15H00M, que - Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro, pelo Teatro Experimental do Porto, regressa ao contacto com o público no Auditório do Centro Cultural e Social de Olival, Vila Nova de Gaia, onde permanecerá em cena até 7 de Março, de segunda a sexta-feira, inclusive, em duas representações diárias, às 10H30M e às 15H00M, apenas interrompidas entre 4 e 6 de Fevereiro. Peça emblemática do Teatro Português no século XX, considerada como obra exemplar e que integra o programa curricular do 12º ano, é apresentada pelo TEP na sua versão integral e profissional, (a única em cena com estas características) em oitavo ano consecutivo. Sem nunca sair de Vila Nova de Gaia, uma opção que assumimos desde a estreia, em 2001, tem recebido excursões organizadas de todos os distritos do Continente, de mais de 500 escola secundárias, profissionais, colégios e cursos de formação, oriundas de 149 concelhos portugueses. Ao longo dos sete anos anteriores, efectuou 391 representações a que assistiram 118.526 pessoas, numa média de 303 por sessão. Escrita em 1961, no rescaldo da campanha eleitoral do General Humberto Delgado à Presidência da República, - Felizmente Há Luar!, provocou a prisão de Luís de Sttau Monteiro, no Aljube, em Lisboa, onde viria a tomar conhecimento de que o Grande Prémio de Teatro, da Associação Portuguesa de Escritores, lhe havia sido atribuído. Em 1962, o Teatro Experimental do Porto foi a primeira companhia profissional portuguesa a querer levá-la à cena, sendo a mesma proibida pela Censura. Estes anos volvidos e após a manhã libertadora do 25 de Abril, o TEP apresenta-a em oitavo ano consecutivo, num êxito sem precedentes no nosso historial. Na peça de Sttau Monteiro fala-se de Gomes Freire de Andrade, executado pelo poder absolutista em 1817, como se poderia falar de Humberto Delgado, que os apaniguados de Salazar executaram em 1965. A partir da situação vivida no Portugal de 1817 e sem se desviar do contexto histórico, o autor fala-nos do nosso País em 1961, onde as semelhanças são gritantes, tanto do lado da opressão, como no da luta pela liberdade. - Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro, reposição do 184º espectáculo do TEP, tem encenação e cenografia de Norberto Barroca, figurinos e co-autoria da cenografia de Mário Dias Garcia, desenho de luz e sonoplastia de Eduardo Brandão. No elenco, Olga Dias, na protagonista, António Alves Vieira, Aquiles Dias, Aurora Gaia, Hélio Sequeira, José Brás, José Dias, Mané Carvalho, Manuel Vieira, Oliveira Alves, Pedro Damião, Ricardo Leite e Silvano Magalhães. O Director da Companhia Júlio Gago

Local:
Auditório do Centro Cultural e Social de Olival, Vila Nova de Gaia

Data de início:
28 de Janeiro de 2008

Data do fim:
07 de Março de 2008

Ficha técnica:



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