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Duplacena leva Fuso - Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa a Salvador da Bahia, Brasil, nos próximos dias 20 e 21 de março

A mostra reúne trabalhos dos artistas Tiago Pereira, Miguel Bonneville, Joana Linda, Elsa Bruxelas, Nuno Lacerda, Bruno Ramos e Rui Calçada Bastos, entre outros.

Tiago Pereira
Folk lore (5')


Água leva o regadinho
A água na cultura popular
A água é o sangue da terra, mata-se por água nesse Portugal rural e recôndito.
O objetivo deste projeto é primeiro que tudo recolher tradições orais quase em extinção, e registá-las/transformá-las sem que percam a sua essência, abordando-as por meio de uma linguagem actual e contemporânea, misturando assim o documentário com outras disciplinas, como o Vídeo Jamming ou a vídeo instalação, aglomerando outros elementos visuais para serem usados como contraponto às recolhas.

Miguel Bonneville
Landscape of Failure (5')


Inevitavelmente ligado a uma sensação de liberade e a um sentimento de desespero.
Inevitavelmente ligado a ti. A obrigatoriedade. A impossibilidade. Haverá sempre esta ligação entre ela, tu e eu. Haverá sempre um trauma que me ligará a ti. E hoje. Treze anos depois. Hoje posso aproximar-me do mar sem teres que me dar a mão ou levares-me aos ombros. Posso ver refletida nele uma paisagem de fracassos que reconheço e a que me dedico repetidamente.

Joana Linda
Karunã (4')


2013; 04?00??
Realizado e editado por Joana Linda
com Sara Graça, Francisco Nascimento, Sónia Baptista, Rickybaby Moreira
narração // joana linda
som // Diogo Melo, Joana Linda
texto // excerto do livro ?Island? de Aldous Huxley

Karunã (tanto em Sânscrito como em Pali) é habitualmente traduzido como compaixão e é parte integrante do caminho espiritual do Budismo e Jainismo. Em "Ilha", um romance de Aldous Huxley (o seu último), os pássaros Minah foram treinados para repetir a palavra 'Karuna' com o intuito de consciencializar os seres humanos do que é realmente importante. Com uma ligação directa ao final do livro, este filme é uma espécie de pássaro Minah e pretende lembrar os espetadores de todas as vítimas anónimas e atrocidades cometidas em nome do progresso, religião e civilização.

Anime it (2')
Dinis Carvalho, Fábio Caldeira, Diogo Monteiro


Vive-se na era digital, e a dependência da tecnologia aumenta de dia para dia. Mesmo na ausência do ser, a electrónica manifesta-se. É esta interactividade que nos movimenta, nos cativa e nos faz ser mais do que somos, mas que nos torna mais estáticos em simultâneo.
Somos nós que dominamos a tecnologia, ou é ela que nos domina?
Trabalho realizado no âmbito da cadeira de Animação I do curso de Comunicação e Design Multimédia.

Elsa Bruxelas
Duas pernas e um sopro (5?)


Quando corremos libertamo-nos de tensões e a nossa percepção visual tranforma-se ganhando outras sensações. O simples facto de nos movermos por nós próprios impulsionados pelo nosso sistema, a outra velocidade, dá-nos a sensação sublime de estarmos sobre a terra, de a pisarmos, de certa forma de a dominarmos, embora sob a presença fatal do limite da nossa resistência e a fragilidade do nosso equilíbrio. Por momentos, tornamos-nos poderosos e ficamos suspensos no tempo, empenhados em gerar essa energia, enquanto o mundo com as suas imagens passa por nós. Essas imagens dançantes que se aproximam transformam-se afastando-se da sua resignada existência como paisaigem de fundo. São formas que dão a conhecer por elas próprias proporcionando-nos um outro olhar.
Realização - Elsa Bruxelas
Edição áudio - Luís Bragança Gil
Montagem vídeo - Rui Cardoso
Performance - Elsa Bruxelas

MARIA ORNAF
Je suis allée (1'28'')


This is a way of whiteness. This is transition from reality to something what is behind the end. Only innocent can transcend what is impossible to overcome; the wall which rises before us.

Nuno Lacerda
Percursos (6?)

Um personagem explora uma construção espacial audiovisual, multiplica-se, desencontra-se, gera sons que se misturam numa composição cacofónica, procura-se perpetuamente. É uma tentativa de um espaço total, de um circuito plenamente integrado na tela do qual os seus habitantes (e o observador) não podem fugir.

Bruno Ramos
Factory (10'17'')


In London's City centre P. Sylva leads an unusual life. He is a ghost in one of the busiest cities in the world and he stands by his way of life. Factory explores the relationship between a person and the space he inhabits, through a set of predetermined movements. The film was created based on a preset audiovisual narrative and anchored in the character's everyday life.

Rui Calçada Bastos
IF YOU`RE GOING THROUGH HELL KEEP GOING, 2011 (3'5'')


The video, the result of the artist?s collaboration with the author Patrick Findeis (also a Villa Aurora fellow), shows what seems like an endless flow of cars on a motorway at night.
Accompanying the slow, rhythmic movement of headlights, reminiscent of the ocean?s waves nearby, is a dark soundtrack whose monologic narration of short sentences does not add up to a coherent story; rather, it relays an inconsistent and almost schizophrenic stream of consciousness. [...]

Rui Calçada Bastos
THE MIRROR SUITCASE MAN, 2004 4'20''


A prática do artista baseia-se em elementos biográficos, desde relações pessoais a estados emocionais associados a pessoas, lugares e objectos. Nos seus vídeos e fotografias, desenvolve narrativas protagonizadas por múltiplas personagens, por vezes por si interpretadas. Neste projeto, num preto e branco granulado acompanhado por uma sonoridade melancólica (da autoria de Tiago Miranda), vislumbra-se um homem a deambular por uma cidade transportando uma mala espelhada, que capta fragmentos de ruas ou parques, metáforas das múltiplas vivências quotidianas que o definem. Como memórias de um espectro, as imagens refletidas compõem uma micro-ficção dominada pela nostalgia. Este trabalho constitui, assim, uma alegoria da condição humana.

SAME OLD TUNE . 2005 1'49''

Operating once again within a self-referential universe, this piece is a metaphor for disenchantment in relationships. Set to the sound of an old dusty record and a lyric "another spring, another love and yet it is always the same" from a Marlene Dietrich song, this work shows myself walking on a rotating circular platform. The artist's position does not change, however, the constant activity required to maintain this stasis creates a fatigue that over time becomes disenchantment. As in relationships, one walks but the view never changes.
The last circular shots framing the trees involving the sensation of losing one's balance is reinforced with the repeated sentence ?and yet it's always the same? till the image fades into black.

STUDIO CONTENTS, 2005

This piece was made in 2005 after a one year residence at the Künstlerhaus Bethanien in Berlin. The experience of living and working on the same place for such a long time became one of the reasons for this video to be done, together with a series of photographs entitled 'All I Had?. In this series I photographed everything that I had in that particular studio before moving to a new one. This is a project that I will keep renewing during my life. [...]

CONTACTOS

Duplacena
Rua da Horta Seca, 44 - 2 Dto.
1200-221 Lisboa
Telefone: +351 213 230 074










Local:
Brasil

Data de início:
20 de Março de 2014

Data do fim:
21 de Março de 2014

Ficha técnica:



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