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11ª Edição do Festival da Fábrica

A dança contemporânea, apesar de todas as contrariedades, sempre foi um enorme campo de experimentação, cruzamentos e florescimento de novas abordagens na forma de encarar o corpo, o movimento e a sociedade - onde os artistas se inserem - e o mundo onde se movem.
Dessa rede de relações, baseadas em conteúdos manipulados pelos próprios artistas, surgem documentos que registam e retratam o corpo nas suas múltiplas identidades.
Nesta 11ª Edição do Festival da Fábrica, procuramos ampliar ainda mais a nossa intervenção como parceiros privilegiados da difusão de novas obras, bem como de novos artistas. Estabelecemos várias co-produções. Convidamos artistas em início de carreira. Estabelecemos colaborações com vários espaços de forma a tornar bem mais acessível a participação do público (e não esperar que todos se dirijam ao teatro).
Esta Edição, é marcada por uma programação feita com artistas que estão a despontar e a construir um corpus de trabalho inteligente e coeso dentro da criação coreográfica contemporânea.

PROGRAMA*PROGRAMA* *(programa sujeito a alteração) Dia 01.05.09 Espaço Maus Hábitos / Mostra Show Rooms � 22H30 Rua Passos Manuel, 178 � 4º Pongo Land � Nuno Lucas (PT) / Hermann Heisig (GER) Coreografia e performance: Nuno Lucas & Hermann Heisig Produção: Collective Consciousness Co-produção: Théâtre de l'Usine Apoio: Tanzwerkstatt Berlin, CENTA, Fórum Dança, ACCCA Agradecimentos: Theo Solnik, Florent Delval, Beby Raza, André Theriault, Christabel Heisig, Johannes Heisig, Maria Lucas, João Lucas, Madeleine Fournier, Anne Zacho Sogaard. Pongo Land é o encontro de dois corpos muito diferentes: os de Nuno Lucas e Hermann Heisig, autores e intérpretes deste trabalho. Em palco, eles exploram as diferenças, as semelhanças e as possíveis ou impossíveis relações entre os seus corpos, provocando um forte encontro entre o humor e a monstruosidade. Comparam-se, competem e copiam-se incessantemente, criando um estado de permanente modulação. Pongo Land confronta os limites da normalidade humana e a forma como reagimos ao que nos é estranho e diferente. Dia 07.05.09 Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 � Porto Charlotte O�Day | Simon 06.07.08.09 Charlotte O�Day - Flávio Rodrigues (PT) �Comecei por coleccionar fotografias de mulheres através das obras de Man Ray, Burkhard Juttner, Drtikol, Les Krims, Newton com principal atenção a Cecil Beaton, estes tiveram um papel fundamental na criação desta obra, que exclui a mulher que me é familiar, e me fez ficar a pensar em ícones. Interessava-me a mulher famosa de Hollywood, a mulher estereotipo das décadas de 20, 30, 40,50�, a mulher do sec.XX: Anita O´Day, Marlene Dietrich, Marilyn Monroe, Ella Fitzgerald, Bette Davis, Nina Simone, Vera Lynn, Doris Day, Edith Piaf� mulheres únicas, com vivências distintas, mas, ao mesmo tempo, com vários pontos em comum� por outro lado tinha Virgínia Woolf, Simone de Beauvoir, Eva Péron, Princesa Margarida, Channel� que me interessavam pelo seu percurso peculiar� mesmo assim a musica tinha uma dimensão incontrolável, era sem dúvida o fio condutor, comecei então por pensar em musicais; Eu queria um musical, uma biografia, uma coisa semelhante a uma homenagem. Eram muitas mulheres, e criar um novo ícone foi o próximo objectivo, um ícone que fosse a junção de vários, teria assim uma só personagem� com biografia�com história�familiar por cada pedaço� e assim encontrei Charlotte O´Day�.� Flávio Rodrigues Simon 06.07.08.09 � João Costa (PT) Simon é um percurso interior de um homem que se questiona enquanto espécie. Ele deseja ser outra coisa. Deseja ser uma �coisa�. Qualquer �coisa�. Menos ser humano. Nós estamos perante ele em escuta, em transmutação e acompanhamos a massa sonora que é o seu corpo nesta espécie de torpor que é também causa de morte. Simon é um estranho diálogo entre um e a sua ideia de imperfeição, entre um e o seu próprio estranho. 08 e 09.05.09 Espaço Maus Hábitos / Mostra Show Rooms � 22H30 Rua Passos Manuel, 178 � 4º Gingerbread cookie country - Rani Nair (SWE) Uma reflexão sobre a nova sociedade sueca, pós-colonial, multiculturalista e de alguma forma, confusa sociedade � observada através da falsa �ingenuidade� de um Gingerbread Cookie. 09.05.09 Estúdio La Marmita � 17H Rua França 6 - Vila Nova de Gaia (perto do Sandeman na Ribeira de Gaia) Experimento 1 � Sofia Fitas (PT) �Nesta pesquisa, parti da ideia de um corpo como um sistema onde circulam energias e intensidades, onde se estabelecem influências recíprocas, transferências de funções, relações osmóticas entre os seus elementos, onde se operam transduções de energia. Um corpo que procura a descentralização de funções e não a sua hierarquização. Articular, desarticular, experimentar diferentes dinâmicas, velocidades, limites e excessos do corpo, na tentativa de encontrar outras relações, pensamentos e expressões do corpo. Um corpo que se espanta, encanta e questiona perante o mundo.� Sofia Fitas Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 � Porto im- | À elle vide im� Francisco Camacho / Vera Mota (PT) � Estreia absoluta Vera Mota e Francisco Camacho constroem um espectáculo que procura naquilo que não é dito a sua razão de ser/existir. Assim, a concepção e a utilização dos materiais equacionam a possibilidade de permanecer em potência, num estado entre. A abstenção do fazer é tomada como condição que admite ainda todos os possíveis e é certo que as figuras criadas pelos dois autores e intérpretes não evitam assumir, por vezes, outros papéis, nos quais as acções realizadas reflectem ainda o seu desprendimento. À elle vide - Teodora Castelluci (IT) Performance baseada na criação de uma interacção entre dois personagens. Dois animais. Duas figuras. Dois desenhos. O primeiro. Vermelho. O galo. O Segundo. Branco. O escorpião. Duas naturezas são reflectidas através da expressão, do comportamento e do movimento. 14.05.09 Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 - Porto Alusão | Razzle Dazzle Alusão - Vera Santos (PT) � Estreia absoluta �O ponto de partida deste trabalho foram as músicas que me fizeram dançar pela primeira vez e repetidamente, até ser claro que eu queria dançar. Ficaram guardadas como desperdício, como imperfeição da forma que a seguir aprenderia... E na verdade volto a elas para recuperar a forma. O tema é precisamente a referência, a alusão ao disparo do começo.� Vera Santos Razzle Dazzle - Marianne Baillot (FR) � Estreia absoluta Para este projecto de solo, procurei um formato diferente. Coloco-me entre o vocabulário, as estruturas arquitectónicas e os estados de consciência (adágio revisitado, extracto de uma partitura de Lucinda Childs, saltos de desporto). Procuro uma frase de cada vez, isenta e ultra-performativa. Uma acumulação progressiva de movimentos faz evoluir a dança através de vários estilos de liberdade e confusão, que não sabemos exactamente o que procuramos. 16.05.09 Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 - Porto Ningyo � Nicole Seiler (SW) Concepção vídeo e coreografia: Nicole Seiler Interpretação e coreografia: YoungSoon Cho / Chiharu Mamiya (em alternância) Assistência e figurinos: Claude Rueger Música ao vivo: Letizia Renzini Iluminação: Stéphane Gattoni Cenografia: Julien Grob Dramaturgia: Simona Travaglianti Assistente vídeo: Vincent Deblue Produção: Tutu Productions / Véronique Maréchal e Simone Toendury Co-produção: Cie Nicole Seiler, Théâtre Arsenic Lausanne, Espace Nuitonie Villars-sur-Glâne, Schlachthaus Theater Bern Apoios: Ville de Lausanne, Etat de Vaud, Loterie Romande, Fondation Leenaards, Migros Kulturprozent, Infocus AG. Pró-Helvetia Misturando dança, vídeo e música ao vivo, a nova criação de Nicole Seiler aborda o mito das sereias. O nome Ningyo significa sereia em japonês: Nin significa humano e Gyo, peixe. Na mitologia grega, as sereias eram metade peixe, metade mulher, que cantavam para atrair os navegantes. São descritas como seres perigosos, pois atraem os homens para a morte seduzindo-os com o seu canto e beleza. 18 a 22.05.09 NEC � Núcleo de Experimentação Coreográfica Espaço NEC - Fábrica Social - Fundação Escultor José Rodrigues Rua da Fábrica Social, s/n - Porto Workshop Nicole Seiler Horário: 18H às 21H 20.05.09 Espaço Maus Hábitos / Mostra Show Rooms � 22H30 Rua Passos Manuel, 178 � 4º Ready steady - Daniel Almgren Recén � (SWE) Performance sobre a potencialidade da transformação de algo, de algo que se torna alguma coisa. READY STEADY manifesta em si própria o que tenho vindo a fazer constantemente no palco com adereços e minha própria fisicalidade para dar início a uma performance (ou minha vida). Em READY STEADY a performance é uma preparação da performance. 22 e 23.05.09 Espaço Sacramento � 21H30 (Escola de Dança Ginasiano) Rua de Guilherme Braga, 44 - Vila Nova de Gaia ONE some body thing � Adriana Cubides (COL) (The purety, the honesty and the lies of a body) �Quando comecei a trabalhar neste solo uma das minhas preocupações foi como poder expressar-me unicamente através do meu corpo sem nunca deixar de me relacionar de uma maneira ou outra com o que estava a fazer. Estava interessada num corpo que fala, que comunica por ele mesmo, na honestidade ou nas mentiras que se podem ver através dele. Inicialmente trabalhei com um corpo que não sabe bem aonde vai mas que vai; com uma busca por algo que não se sabe bem o que é (como o cão que corre atrás da própria cauda), observando o que a frustração, o vazio, e o que o não saber podem produzir no corpo. Ainda que para mim fosse claro e natural exprimir-me através da improvisação, nesta peça quis tentar usar aspectos mais formais, o que por sua vez me parece contraditório com a ideia de não saber... Mesmo que esta contradição tenha feito da peça o que ela é hoje ainda penso que �ONE some body thing� é apenas uma pequena paragem no meio de um processo inacabado (como uma fotografia no meio de uma longa viagem). De alguma maneira não consigo deixar de pensar que a �beleza do não saber� é algo difícil de coreografar...� Adriana Cubides �Augustus hears cars like sea waves� � Raul Maia (PT) (musical contemporâneo) Quem mente, inventa... Penso neste solo como uma grande mentira criativa. Uma ode ao acto de inventar, de ver uma coisa como outra coisa. O meu ponto de partida foi procurar a base da minha criatividade. Aquilo que encontrei foi algo simples, quase infantil: o mesmo que nos faz assobiar na rua ou olhar para uma nuvem e dizer que é um elefante. A partir deste gosto por inventar, mentir, gerar, lancei-me a criar um objecto artístico que ignora as fronteiras entre a dança o teatro e a música e que tem como base o personagem/Alter Ego �Augustus Benjamin�. O espectáculo é um encontro entre o meu eu ficcional e um público real. �Augustus hears cars like sea waves� é o meu primeiro trabalho a solo, e de alguma maneira é também o primeiro trabalho que sinto poder assumir como meu, pois tudo o que criei até agora foi feito em regime de colectivo ou dirigido por outro artista. O facto de ter concebido e executado todos os elementos integrantes: luzes, cenário, música e performance afectaram a minha concepção desses mesmos elementos, abolindo fronteiras que normalmente existem entre eles, criando novas possibilidades ao nível da minha concepção de um espectáculo. 23.05.09 NEC � Núcleo de Experimentação Coreográfica � 17H Espaço NEC - Fábrica Social - Fundação Escultor José Rodrigues Rua da Fábrica Social, s/n - Porto Proposition 1 � Miet Warlop (BEL) Proposition 1 começou como uma tentativa de fazer uma instalação sem vida. Com cadeiras e roupas, ossos e pele. A tensão tornou-se numa ligação entre o juntar e o desmantelar. Juntando estes elementos, devagar começaram a surgir histórias de acordo com as imagens que surgiam� (�) é um exercício de olhar e da capacidade da nossa abstração. Contagiarte � 23H Rua Álvares Cabral, 372 - Porto K Two (performance) � Nicole Seiler K Two é uma performance improvisada baseada na personagem da peça Madame K (solo coreográfico e multimédia 2004). Dois bailarinos exploram os limites dos movimentos efectuados por um corpo humano, baseados nas figuras dos videogames. 21 a 23.05.09 salabranca � 22H Rua Augusto Rosa 176 3º dt - 000 098 Porto O Festival da Fábrica � 11ª edição, em colaboração com salabranca, apresenta LUPA festival, que decorre de 21 a 23 de Maio.09 O LUPA festival é um dos projectos da salabranca lab, que surge com o objectivo de criar um espaço de apresentação e reflexão de trabalhos performativos: 3 artistas durante 3 dias cruzam-se com o público num ambiente de grande proximidade. Viagem a Nova Iorque - 3º estudo: as personagens da viagem.. - Micaela Maia (PORT) Criação e interpretação: Micaela Maia "I_You" - Hajime Fujita (JP) criação e interpretação _ Hajime Fujita Buy me...! � Carla Valquaresma (PT) criação e interpretação _ Carla Valquaresma FESTIVAL DA FÁBRICA 2009 11ª Edição Programação e Dir. de Produção Alberto Magno Co-programação Mostra Show Rooms Guilherme Garrido Direcção Técnica Miguel Ângelo Webdesigner Miguel Vaz Designer gráfico Moisés Silva Registo fotográfico Renato Silva Assistente de produção Ana Rocha Assessoria de comunicação Elena Castro Apoios Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes Co-produção Instituto Politécnico do Porto Teatro Helena Sá e Costa Maus Hábitos (Mostra Show Rooms) Colaboração Espaço Contagiarte Espaço Sacramento / Ginasiano Escola de Dança NEC � Núcleo de Experimentação Coreográfica Pró-Helvetia (Suiça) Estúdio La Marmita salabranca / LUPA festival *(programa sujeito a alteração) Dia 01.05.09 Espaço Maus Hábitos / Mostra Show Rooms � 22H30 Rua Passos Manuel, 178 � 4º Pongo Land � Nuno Lucas (PT) / Hermann Heisig (GER) Coreografia e performance: Nuno Lucas & Hermann Heisig Produção: Collective Consciousness Co-produção: Théâtre de l'Usine Apoio: Tanzwerkstatt Berlin, CENTA, Fórum Dança, ACCCA Agradecimentos: Theo Solnik, Florent Delval, Beby Raza, André Theriault, Christabel Heisig, Johannes Heisig, Maria Lucas, João Lucas, Madeleine Fournier, Anne Zacho Sogaard. Pongo Land é o encontro de dois corpos muito diferentes: os de Nuno Lucas e Hermann Heisig, autores e intérpretes deste trabalho. Em palco, eles exploram as diferenças, as semelhanças e as possíveis ou impossíveis relações entre os seus corpos, provocando um forte encontro entre o humor e a monstruosidade. Comparam-se, competem e copiam-se incessantemente, criando um estado de permanente modulação. Pongo Land confronta os limites da normalidade humana e a forma como reagimos ao que nos é estranho e diferente. Dia 07.05.09 Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 � Porto Charlotte O�Day | Simon 06.07.08.09 Charlotte O�Day - Flávio Rodrigues (PT) �Comecei por coleccionar fotografias de mulheres através das obras de Man Ray, Burkhard Juttner, Drtikol, Les Krims, Newton com principal atenção a Cecil Beaton, estes tiveram um papel fundamental na criação desta obra, que exclui a mulher que me é familiar, e me fez ficar a pensar em ícones. Interessava-me a mulher famosa de Hollywood, a mulher estereotipo das décadas de 20, 30, 40,50�, a mulher do sec.XX: Anita O´Day, Marlene Dietrich, Marilyn Monroe, Ella Fitzgerald, Bette Davis, Nina Simone, Vera Lynn, Doris Day, Edith Piaf� mulheres únicas, com vivências distintas, mas, ao mesmo tempo, com vários pontos em comum� por outro lado tinha Virgínia Woolf, Simone de Beauvoir, Eva Péron, Princesa Margarida, Channel� que me interessavam pelo seu percurso peculiar� mesmo assim a musica tinha uma dimensão incontrolável, era sem dúvida o fio condutor, comecei então por pensar em musicais; Eu queria um musical, uma biografia, uma coisa semelhante a uma homenagem. Eram muitas mulheres, e criar um novo ícone foi o próximo objectivo, um ícone que fosse a junção de vários, teria assim uma só personagem� com biografia�com história�familiar por cada pedaço� e assim encontrei Charlotte O´Day�.� Flávio Rodrigues Simon 06.07.08.09 � João Costa (PT) Simon é um percurso interior de um homem que se questiona enquanto espécie. Ele deseja ser outra coisa. Deseja ser uma �coisa�. Qualquer �coisa�. Menos ser humano. Nós estamos perante ele em escuta, em transmutação e acompanhamos a massa sonora que é o seu corpo nesta espécie de torpor que é também causa de morte. Simon é um estranho diálogo entre um e a sua ideia de imperfeição, entre um e o seu próprio estranho. 08 e 09.05.09 Espaço Maus Hábitos / Mostra Show Rooms � 22H30 Rua Passos Manuel, 178 � 4º Gingerbread cookie country - Rani Nair (SWE) Uma reflexão sobre a nova sociedade sueca, pós-colonial, multiculturalista e de alguma forma, confusa sociedade � observada através da falsa �ingenuidade� de um Gingerbread Cookie. 09.05.09 Estúdio La Marmita � 17H Rua França 6 - Vila Nova de Gaia (perto do Sandeman na Ribeira de Gaia) Experimento 1 � Sofia Fitas (PT) �Nesta pesquisa, parti da ideia de um corpo como um sistema onde circulam energias e intensidades, onde se estabelecem influências recíprocas, transferências de funções, relações osmóticas entre os seus elementos, onde se operam transduções de energia. Um corpo que procura a descentralização de funções e não a sua hierarquização. Articular, desarticular, experimentar diferentes dinâmicas, velocidades, limites e excessos do corpo, na tentativa de encontrar outras relações, pensamentos e expressões do corpo. Um corpo que se espanta, encanta e questiona perante o mundo.� Sofia Fitas Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 � Porto im- | À elle vide im� Francisco Camacho / Vera Mota (PT) � Estreia absoluta Vera Mota e Francisco Camacho constroem um espectáculo que procura naquilo que não é dito a sua razão de ser/existir. Assim, a concepção e a utilização dos materiais equacionam a possibilidade de permanecer em potência, num estado entre. A abstenção do fazer é tomada como condição que admite ainda todos os possíveis e é certo que as figuras criadas pelos dois autores e intérpretes não evitam assumir, por vezes, outros papéis, nos quais as acções realizadas reflectem ainda o seu desprendimento. À elle vide - Teodora Castelluci (IT) Performance baseada na criação de uma interacção entre dois personagens. Dois animais. Duas figuras. Dois desenhos. O primeiro. Vermelho. O galo. O Segundo. Branco. O escorpião. Duas naturezas são reflectidas através da expressão, do comportamento e do movimento. 14.05.09 Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 - Porto Alusão | Razzle Dazzle Alusão - Vera Santos (PT) � Estreia absoluta �O ponto de partida deste trabalho foram as músicas que me fizeram dançar pela primeira vez e repetidamente, até ser claro que eu queria dançar. Ficaram guardadas como desperdício, como imperfeição da forma que a seguir aprenderia... E na verdade volto a elas para recuperar a forma. O tema é precisamente a referência, a alusão ao disparo do começo.� Vera Santos Razzle Dazzle - Marianne Baillot (FR) � Estreia absoluta Para este projecto de solo, procurei um formato diferente. Coloco-me entre o vocabulário, as estruturas arquitectónicas e os estados de consciência (adágio revisitado, extracto de uma partitura de Lucinda Childs, saltos de desporto). Procuro uma frase de cada vez, isenta e ultra-performativa. Uma acumulação progressiva de movimentos faz evoluir a dança através de vários estilos de liberdade e confusão, que não sabemos exactamente o que procuramos. 16.05.09 Teatro Helena Sá e Costa � 21H30 Rua da Escola Normal, 39 - Porto Ningyo � Nicole Seiler (SW) Concepção vídeo e coreografia: Nicole Seiler Interpretação e coreografia: YoungSoon Cho / Chiharu Mamiya (em alternância) Assistência e figurinos: Claude Rueger Música ao vivo: Letizia Renzini Iluminação: Stéphane Gattoni Cenografia: Julien Grob Dramaturgia: Simona Travaglianti Assistente vídeo: Vincent Deblue Produção: Tutu Productions / Véronique Maréchal e Simone Toendury Co-produção: Cie Nicole Seiler, Théâtre Arsenic Lausanne, Espace Nuitonie Villars-sur-Glâne, Schlachthaus Theater Bern Apoios: Ville de Lausanne, Etat de Vaud, Loterie Romande, Fondation Leenaards, Migros Kulturprozent, Infocus AG. Pró-Helvetia Misturando dança, vídeo e música ao vivo, a nova criação de Nicole Seiler aborda o mito das sereias. O nome Ningyo significa sereia em japonês: Nin significa humano e Gyo, peixe. Na mitologia grega, as sereias eram metade peixe, metade mulher, que cantavam para atrair os navegantes. São descritas como seres perigosos, pois atraem os homens para a morte seduzindo-os com o seu canto e beleza. 18 a 22.05.09 NEC � Núcleo de Experimentação Coreográfica Espaço NEC - Fábrica Social - Fundação Escultor José Rodrigues Rua da Fábrica Social, s/n - Porto Workshop Nicole Seiler Horário: 18H às 21H 20.05.09 Espaço Maus Hábitos / Mostra Show Rooms � 22H30 Rua Passos Manuel, 178 � 4º Ready steady - Daniel Almgren Recén � (SWE) Performance sobre a potencialidade da transformação de algo, de algo que se torna alguma coisa. READY STEADY manifesta em si própria o que tenho vindo a fazer constantemente no palco com adereços e minha própria fisicalidade para dar início a uma performance (ou minha vida). Em READY STEADY a performance é uma preparação da performance. 22 e 23.05.09 Espaço Sacramento � 21H30 (Escola de Dança Ginasiano) Rua de Guilherme Braga, 44 - Vila Nova de Gaia ONE some body thing � Adriana Cubides (COL) (The purety, the honesty and the lies of a body) �Quando comecei a trabalhar neste solo uma das minhas preocupações foi como poder expressar-me unicamente através do meu corpo sem nunca deixar de me relacionar de uma maneira ou outra com o que estava a fazer. Estava interessada num corpo que fala, que comunica por ele mesmo, na honestidade ou nas mentiras que se podem ver através dele. Inicialmente trabalhei com um corpo que não sabe bem aonde vai mas que vai; com uma busca por algo que não se sabe bem o que é (como o cão que corre atrás da própria cauda), observando o que a frustração, o vazio, e o que o não saber podem produzir no corpo. Ainda que para mim fosse claro e natural exprimir-me através da improvisação, nesta peça quis tentar usar aspectos mais formais, o que por sua vez me parece contraditório com a ideia de não saber... Mesmo que esta contradição tenha feito da peça o que ela é hoje ainda penso que �ONE some body thing� é apenas uma pequena paragem no meio de um processo inacabado (como uma fotografia no meio de uma longa viagem). De alguma maneira não consigo deixar de pensar que a �beleza do não saber� é algo difícil de coreografar...� Adriana Cubides �Augustus hears cars like sea waves� � Raul Maia (PT) (musical contemporâneo) Quem mente, inventa... Penso neste solo como uma grande mentira criativa. Uma ode ao acto de inventar, de ver uma coisa como outra coisa. O meu ponto de partida foi procurar a base da minha criatividade. Aquilo que encontrei foi algo simples, quase infantil: o mesmo que nos faz assobiar na rua ou olhar para uma nuvem e dizer que é um elefante. A partir deste gosto por inventar, mentir, gerar, lancei-me a criar um objecto artístico que ignora as fronteiras entre a dança o teatro e a música e que tem como base o personagem/Alter Ego �Augustus Benjamin�. O espectáculo é um encontro entre o meu eu ficcional e um público real. �Augustus hears cars like sea waves� é o meu primeiro trabalho a solo, e de alguma maneira é também o primeiro trabalho que sinto poder assumir como meu, pois tudo o que criei até agora foi feito em regime de colectivo ou dirigido por outro artista. O facto de ter concebido e executado todos os elementos integrantes: luzes, cenário, música e performance afectaram a minha concepção desses mesmos elementos, abolindo fronteiras que normalmente existem entre eles, criando novas possibilidades ao nível da minha concepção de um espectáculo. 23.05.09 NEC � Núcleo de Experimentação Coreográfica � 17H Espaço NEC - Fábrica Social - Fundação Escultor José Rodrigues Rua da Fábrica Social, s/n - Porto Proposition 1 � Miet Warlop (BEL) Proposition 1 começou como uma tentativa de fazer uma instalação sem vida. Com cadeiras e roupas, ossos e pele. A tensão tornou-se numa ligação entre o juntar e o desmantelar. Juntando estes elementos, devagar começaram a surgir histórias de acordo com as imagens que surgiam� (�) é um exercício de olhar e da capacidade da nossa abstração. Contagiarte � 23H Rua Álvares Cabral, 372 - Porto K Two (performance) � Nicole Seiler K Two é uma performance improvisada baseada na personagem da peça Madame K (solo coreográfico e multimédia 2004). Dois bailarinos exploram os limites dos movimentos efectuados por um corpo humano, baseados nas figuras dos videogames. 21 a 23.05.09 salabranca � 22H Rua Augusto Rosa 176 3º dt - 000 098 Porto O Festival da Fábrica � 11ª edição, em colaboração com salabranca, apresenta LUPA festival, que decorre de 21 a 23 de Maio.09 O LUPA festival é um dos projectos da salabranca lab, que surge com o objectivo de criar um espaço de apresentação e reflexão de trabalhos performativos: 3 artistas durante 3 dias cruzam-se com o público num ambiente de grande proximidade. Viagem a Nova Iorque - 3º estudo: as personagens da viagem.. - Micaela Maia (PORT) Criação e interpretação: Micaela Maia "I_You" - Hajime Fujita (JP) criação e interpretação _ Hajime Fujita Buy me...! � Carla Valquaresma (PT) criação e interpretação _ Carla Valquaresma FESTIVAL DA FÁBRICA 2009 11ª Edição Programação e Dir. de Produção Alberto Magno Co-programação Mostra Show Rooms Guilherme Garrido Direcção Técnica Miguel Ângelo Webdesigner Miguel Vaz Designer gráfico Moisés Silva Registo fotográfico Renato Silva Assistente de produção Ana Rocha Assessoria de comunicação Elena Castro Apoios Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes Co-produção Instituto Politécnico do Porto Teatro Helena Sá e Costa Maus Hábitos (Mostra Show Rooms) Colaboração Espaço Contagiarte Espaço Sacramento / Ginasiano Escola de Dança NEC � Núcleo de Experimentação Coreográfica Pró-Helvetia (Suiça) Estúdio La Marmita salabranca / LUPA festival

Local:
Teatro Helena Sá e Costa

Data de início:
01 de Maio de 2009

Data do fim:
23 de Maio de 2009

Ficha técnica:



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