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O DOIDO E A MORTE | texto de Raul Brandão, ópera de Alexandre Delgado, direcção musical de Fernando Fontes

Este novo espectáculo da CTA é composto por duas partes: na primeira representa-se a peça de Raul Brandão, e na segunda a ópera de Alexandre Delgado a partir desse texto.
A peça de Raul Brandão, misto de farsa e de tragédia em que a loucura significa o excesso de lucidez perante a injustiça do Mundo, é um modelo de concisão e eficácia cénica, capaz de fazer rir e de fazer pensar, bem como de dar um murro no estômago quando menos se espera. A ópera de câmara O doido e a morte foi composta em 1993, e estreada no ano seguinte no Teatro Nacional de São Carlos, com encenação de Pedro Wilson e direcção musical do compositor. Reposta em Cascais e na Póvoa de Varzim em 1997, teve novas produções em Berlim em 1996 (numa versão em inglês) e em Aveiro e no Porto em 2004/2005.

Alexandre Delgado (compositor e violetista) nasceu em Lisboa em 1965 e foi aluno de Joly Braga Santos e de Jacques Charpentier, diplomando-se com o 1.º prémio de composição do Conservatório de Nice em 1990. É autor da ópera O doido e a morte e do Concerto para Violeta e Orquestra, que estreou como solista em Portugal, Espanha e Holanda. É autor dos livros A Sinfonia em Portugal, A Culpa é do Maestro e Luís de Freitas Branco (Editorial Caminho).

Raul Brandão (1867-1930) é o grande modernista português na prosa de ficção. Ficcionista de personagens patéticas e grotescas na incapacidade de delinearem o seu sonho, ou infames no modo de o trair (A farsa, 1903, Os pobres, 1906), é no romance Húmus, 1917, que melhor explora a dimensão larvar da pequenez humana, encenando a tragédia da luta da "vila" pelo seu "sonho", e utilizando processos de desconjuntamento do tempo narrativo que antecipam o trabalho discursivo da ficção de hoje. Na mesma linha compôs várias peças de teatro: O doido e a morte foi escrita em 1923 e estreada no Politeama em 1926.

Ficha Técnica:

Encenação de Joaquim Benite
Intérpretes ACTORES André Gomes, João Garcia Miguel, Miguel Martins, Paula Pais
CANTORES João Queirós, Jorge Martins, Madalena Boléo
Cenário Jean-Guy Lecat
Figurinos Sónia Benite
Luz José Carlos Nascimento

M12

Local:
Teatro Municipal de Almada | Sala Principal

Data de início:
15 de Maio de 2009

Data do fim:
31 de Maio de 2009

Ficha técnica:



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